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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Vitamina L: ENTREVISTA COM DÉBORAH FELIPE, AUTORA DE A CASA DA...






Vitamina L: ENTREVISTA COM DÉBORAH FELIPE, AUTORA DE A CASA DA...: SINOPSE: A Casa das Hostesses é um prédio antigo de Tóquio que passa despercebido para aqueles que não o estão procurando e é parte de seu...

Como surgiu a ideia de escrever "A Casa das Hostesses Guilty"? Quanto tempo demorou para a história ficar pronta? O que o leitor pode esperar?

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

[Café com a Lice] Entrevista com Déborah Felipe





Leia na íntegra aqui == > Entrevista

1- Oi Déborah, tudo bem? Primeiramente, obrigada por se disponibilizar a responder esta entrevista. Como surgiu a escrita na sua vida? 

Resposta: Eu estou muito feliz por poder estar aqui! É muito interessante pensar em como responder essa pergunta porque a escrita aconteceu na minha vida sem que eu me desse conta. Escrever pra mim sempre foi uma coisa natural, eu sei me expressar muito melhor do que quando eu estou falando. Quando estava na escola, eu costumava escrever muitas poesias que colocavam pra fora todo sentimento que eu não sabia mostrar e depois eu comecei a escrever fanfics, principalmente sobre bandas japonesas. Quando eu percebi, escrever era como respirar!


2- A Casa das Hostesses não é um livro comum e traz uma visão totalmente diferente das boates. De onde surgiu a ideia do livro? Você pesquisou muito sobre o assunto? 

Resposta: Eu pesquisei demais! Não é um ambiente que eu conheça pessoalmente, eu nunca trabalhei numa boate ou conheci alguém eu trabalhasse, então não é como um relato, eu busquei o máximo de informações que podia encontrar e li muito mesmo. Quando eu tive a ideia da Casa das Hostesses, ela era muito mais simples do que é hoje, era na verdade pra ser um único capítulo, um encontro entre um cliente e uma hostess e os dois se apaixonavam, mas eu sabia que tinha muito mais coisas que eu podia contar sobre esse lugar, então ele foi crescendo!


3- As relações do livro são forte e intensas, assim como a personalidade dos personagens. Qual personagem você considera mais parecido com você? E os personagens foram inspirados em alguém?

Resposta: Eu adoraria ser forte e intensa como a Selina ou ter o dom maravilhoso de interpretar os outros como a Marissa, mas a verdade é que eu queria ser todas elas! Eu adoro pensar nisso porque cada um deles tem um pouco de mim e um pouco do que eu gostaria de ser. É muito difícil de se livrar completamente das influências da nossa vida e do nosso cotidiano na hora de escrever, por mais que seja tudo obra da minha imaginação, as personagens acabam com um jeitinho ou outro de alguém que eu conheço de vez em quando.


Setembro Amarelo



Essa é com certeza uma das campanhas mais bonitas que nós temos, não desmerecendo as outras, que são tão importantes quanto, mas as doenças mentais ainda são muito marginalizadas e precisam de todo um cuidado e toda atenção que pudermos dedicar a elas!

É muito importante que as pessoas entendam que todo aquele que tira a própria vida ou que deseja tirar a própria vida está passando por uma situação muito mais complicada do que a estigmatização nos permite enxergar!

No Brasil, acontece 1 suicídio a cada 45 minutos! No mundo, é 1 a cada 40 SEGUNDOS! É uma taxa de mortos maior do que a AIDS e o câncer!

Mas o que significa "valorizar a vida" afinal? Será que realmente todas as pessoas estão abertas para conversar sobre esse assunto e tirá-lo do âmbito do tabu?

Um dos principais motivos para o suicídio é a falta de valorização da vida e é por isso que a campanha é tão importante! Ninguém deveria se sentir menos do que o outro, ninguém deveria se sentir sem importância!

Valorizar a vida é proteger um ao outro, perceber o outro, notar que alguma coisa está errada! Nós precisamos enxergar o outro e nos importarmos mais!

Espero vê-los no próximo
Déborah Felipe

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

07 de Setembro de 2017


A única coisa que eu tenho a dizer sobre o dia de hoje é que é uma grande hipocrisia dizer que é o "dia da independência" com o país no estado em que está!

Book of Livros: Entrevista Déborah Felipe




1. Quem é Déborah Felipe?

Eu gosto de pensar que eu sou alguém que gosta de se reinventar. Alguém que consegue enxergar além do que as coisas parecem e encontrar aquele ponto em que a arte transforma tudo. A Déborah, quando eu penso sobre ela e sobre por onde ela andou até chegar aqui, parece alguém que se encontrou se perdendo muitas vezes ao longo do caminho, porque prefere prestar atenção aos encantos a sua volta do que no “por onde eu estou indo”...

2. Quando percebeu que a escrita fazia parte da sua vida?

Essa é uma história engraçada porque eu só fui perceber que a escrita era uma parte importante da minha vida quando já fazia um tempo que eu escrevia. Eu comecei bem cedo, porque sempre gostei muito de escrever fanfics, escrevia no começo de Harry Potter, pra aguentar a expectativa dos próximos livros, mas não era muito de dividir o que eu escrevia com ninguém além da minha irmã. Nessa época, eu também gostava muito de escrever poesias, essas eu não tinha tanto problema e alguns amigos meus liam e gostavam, mas eu escrevia mais pra colocar os sentimentos pra fora, não porque eu me achava escritora. Foi quando eu comecei a escrever fanfics sem parar sobre essa banda japonesa que eu gosto que eu percebi que aquilo me fazia feliz, que eu gostaria de fazer isso pra sempre!

3. Qual o primeiro livro que se lembra de ter lido?

Eu tive muita sorte, sempre fui influenciada a ler muito, tanto em casa, quanto na escola. Minha escola tinha uma roda de leitura semanal quando eu ainda era muito criança e nos ensinaram que ler era uma diversão, era uma coisa que você dividia com seus amigos. Nessas rodas de leitura, eu conheci um escritor que me mudou pra sempre que foi o Pedro Bandeira, por quem eu tenho um carinho ENORME! Mas o primeiro livro que vem na minha cabeça que eu tenha lido foi “A Bruxa Salomé”, da Audrey Wood, que também foi um pedido da escola.

(Leia a entrevista na íntegra aqui ===> Entrevista)

Quando a Escuridão Chegar


Mais uma vez, eu pensei em escrever sobre depressão por causa de uma música que eu escutei, eu comecei todos esses textos principalmente por causa da música que eu descobri da Katy Perry e fui trabalhando ao longo de todo um mês em cima das minhas poesias e de como a doença se manisfesta artisticamente.

Essa é outra música que eu nunca tinha escutado antes, da Colbie Caillat, "When the Darkness Comes", ela é de 2013 e foi feita para o filme "Os Instrumentos Mortais" da autora Cassandra Clare, aparentemente baseada na história do livro.

Eu não cheguei a ler o livro, então não posso fazer uma interpretação mais profunda sobre a conexão com a música, mas o que me fez vir aqui escrever foi a seguinte frase:

"I'll be bere waiting, hoping, praying that this light guide you home"

"E estarei aqui esperando, desejando, rezando pra que essa luz te guie pra casa"

"When you feeling lost, I'll leave my love hidden in the sun for when the darkness comes"

"Quando você se sentir perdido, eu deixarei meu amor escondido no sol pra quando a escuridão chegar"

Bom, pra quem acompanhou cada um dos textos sobre minhas poesias cinzentas, já entendeu a conexão que eu fiz com essa música. A Escuridão chega, ela se aproxima e toca aquela pessoa, ela domina, mas aparentemente não é sempre, como se ela tivesse altos e baixos.

Mas o que eu mais gostei nessa música é que ela, diferente da que eu coloquei aqui da Katy Perry, da Kelly Clarkson e das minhas próprias poesias, "When the Darkness Come" não é uma música sobre si mesmo e mas sobre uma pessoa que ama alguém que convive com a doença, alguém que reconhece os sintomas, alguém que quer ajudar essa pessoa! Isso torna a música ainda mais bonita!

Novamente, eu não sei se foi feita exclusivamente para o filme, mas a letra é tão profunda e tão sensível que, se ela diz uma coisa diferente para cada um, talvez ela tenha alcançado o mais próximo da perfeição!

Espero vê-los no próximo
Déborah Felipe